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Apresentação

 

 

 

Láurence Ferro Gomes Raulino

 

O escritor piauiense Láurence Raulino, residente em Brasília, onde se fixou desde meados dos anos 1990 (após permanecer quase meia década com a família na cidade de São Paulo), e que aqui na capital da República tornou-se conhecido também como “Procurador Raulino” – atua na advocacia pública, onde exerce o cargo de procurador federal –, ao se inserir na vida política local, neste momento é um dos mais atuantes e destacados líderes civis do país, sendo dos poucos intelectuais de sua geração que ainda participa de modo independente e ativo da complexa e dinâmica esfera pública (hoje com a internet muito mais que ontem), com aquela forma apaixonada e determinada como se fazia até outro dia e que nem os seus atuais 53 anos foram capazes de mudar.
Agora na web, Láurence Raulino não será apenas o escritor que se insere, participa e debate nos/dos mais sérios e instigantes temas nacionais – políticos e jurídicos, especialmente –, nesta presentes, nem o autor que igualmente apenas colabora de forma esporádica e bissexta como articulista em revistas e portais eletrônicos de todas as áreas (conforme registros no Google e similares), mas o cidadão e “homem republicano” (expressão esta antes esquecida, e que ele resgatou no início desta década, em seu opúsculo “Subsídios para a Reforma do Judiciário”, para logo “virar moda” – quando um então candidato a presidente da República a adotou –, mas que ele ainda gosta de empregar), que sempre atento e antenado com o tempo em que vive, passa a dispor de um instrumento permanente e indispensável ao exercício de sua vocação.
Embora com certo e reconhecido atraso – observa o próprio Láurence Raulino, inclusive –, agora na web ele passará a contar com uma eficiente ferramenta para debater temas e desafios do mais alto interesse e relevância para a opinião pública e a cidadania (ambas relegadas a um segundo plano – se tanto –, à esquerda e à direita do espectro político, especialmente por aqueles que insistem em dizer que este não mais existe), se postos e conduzidos ao debate – como já ocorreu, pelos mais diversos meios, com a “Reforma do Judiciário”, a Amazônia, a energia e o meio-ambiente, etc. –, receberão aquele tratamento característico e peculiar por parte do autor.

 

(Brasília, 06 de maio de 2010)